"Meu tempo era esse mesmo. Agora eu digo uma coisa sem a vaidade: eu sempre acreditei no meu trabalho, porque as pessoas que entendiam de música, diziam, “Tem talento”. O maestro Copinha, que já morreu, flautista, uma vez olhou meu trabalho, uma composição chamada “Poema para o azul”, disse: "Meu filho, pare aí que eu quero te acompanhar!". Pegou a flauta. Fui cantando e ele fazendo contracanto. Ele disse: "De quem é essa letra, meu filho?" Eu digo: "É minha". "De quem é essa música?" "É minha." "Você é um compositor do Brasil. O Brasil ainda vai conhecer o seu trabalho." Copinha é um grande músico, né?"na rádio uol dá pra ouvir algumas das músicas de seu antônio vieira. mas falando em perda, e na importância dos registros do gafieiras, lá no myspace foi colocado um trecho da entrevista com o sivuca.
