um dos grandes momentos da campanha: o encontro de fernando haddad com mano brown, ice blue, leandro lehart, andreia dias, emicida, leci brandão, etc. ainda falarei mais sobre essa experiência (a de trabalhar nessa reta final da campanha), mas deixa passar domingo. nesse trecho, as falas de mano brown, ice blue e haddad.
saiu um segundo trecho do encontro com a presença de netinho de paula, leandro lehart e leci brandão.
e lá no blog H tem outros trechos do encontro transcritos por pedro alexandre sanches. ah, e no último trecho em vídeo, emicida, fernando anitelli (teatro mágico) e andré frateschi.
Mostrando postagens com marcador leandro lehart. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leandro lehart. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 23 de outubro de 2012
cultura e educação contra o extermínio
Marcadores:
andré frateschi,
anos 2010,
emicida,
fernando anitelli,
fernando haddad,
ice blue,
leandro lehart,
leci brandão,
mano brown,
netinho de paula,
política,
racionais mcs,
rap,
samba,
são paulo,
violência,
youtube
quinta-feira, 15 de março de 2012
yahoo #32
muitas coisas ao mesmo tempo, só digo isso. domingo passado, por exemplo, fui acompanhar (de longe, queimando no mormaço) o príncipe harry numa partida de polo em um haras de bacanas no interior de são paulo. desse evento saíram um tanto de fotos e dois textos ("que horas o príncipe chega, heim?" e "ih, o príncipe chegou, jogou e partiu"), tudo pro yahoo. ah, um desses textos acabou se tornando a coluna dessa semana, mas colocarei os dois juntos quando publicá-los (logo logo) aqui no esforçado. mas voltando um pouco no tempo segue aqui "pancadaria made in brazil", que tratou das possibilidades de um cinema de ação brasileiro a partir da chegada de luta de rua. agradecimentos a bruno soraggi, autor da matéria que me chamou atenção sobre a websérie e que também me passou o contato do ulysses paiva, produtor e roteirista de luta, e ao ulysses, claro.
kung fu contra as bonecas, podiscrê
PANCADARIA MADE IN BRAZIL
Filme de gênero sempre foi coisa rara no Brasil, talvez por
uma mistura de desinteresse, poucos espaços e uma falta de visão mais
segmentada do mercado, além do fato óbvio que não temos uma indústria que
produza em quantidade para os mais diversos gêneros e mercados. Aí dependíamos
de iniciativas solitárias de malucos como José Mojica Marins e seu terror
tropicalista protagonizado por Zé do Caixão e Afonso Brazza, o Rambo do
Cerrado, e seus vídeos de ação. Mais recentemente, com a rápida disseminação
das câmeras digitais e a internet como importante meio de exibição, a produção barateou
e mais gente pode colocar a câmera e as ideias para rodar.
Não por coincidência quem mais se beneficiou desse novo
estado das coisas foram os filmes de terror e seus fãs, sempre organizados,
atuantes e colaborativos. Surgiram assim os perturbantes curtas de Dennison
Ramalho (Amor Só de Mãe e Ninjas), os zumbis e monstros capixabas de Rodrigo
Aragão (Mangue Negro e A Noite do Chupacabras) e os mortos-vivos
paulistanos de Raphael Borghi (do vindouro curta Desalmados – O Vírus). E nessas ficava
me perguntando sobre uma das minhas preferências cinematográficas... e os
filmes de ação? Onde estão os filmes de ação?
No decorrer dos anos 2000 alguns filmes brasileiros de
sucesso (Cidade de Deus e Tropa de Elite 1 e 2) mostraram que já temos expertise para
poderosas sequências de ação. Houve também uma interessante, mas comercialmente
fracassada, tentativa de inserir a capoeira no imaginário do gênero (Besouro).
Porém, só no início desse ano foi lançado 2 Coelhos, o mais ousado e bem
produzido longa brasileiro de ação até então. Mas não tem jeito, aprendizado é
isso, acúmulo de experiências e feitos. Fiquei então animadão quando li uma
reportagem no site da Vice (“Bater
e correr em Recife”) sobre a websérie Luta de Rua.
Muito bem coreografado pelos dublês e atores de ação da Pinóia Filmes, com boa filmagem e edição,
Luta de Rua tem chances de crescer nos próximos episódios (já existe o trailer do segundo) mostrando, na raça
mesmo, que já temos algumas cartas boas nas mãos. E não adianta criticar os
“atores”, o “texto” ou o “roteiro” porque o negócio aqui é fazer ação do melhor
jeito possível e à moda da casa ("É o que temos!", diria Paulo de Oliveira, do programa Larica Total). No mais, o responsável por toda essa pancadaria-coisa-nossa é o roteirista
e produtor Ulysses Paiva, um
carioca radicado em Recife, formado em Publicidade e com experiências efeitos
visuais e animações 2D e 3D.
“Percebo que, ou importamos muita coisa de fora na tentativa
de ‘copiar’ alguns elementos que deram certo, descaracterizando completamente a
produção como sendo brasileira, passando a parecer uma cópia mal feita de algum
filme estrangeiro de sucesso; ou simplesmente priorizamos demais algo
tipicamente brasileiro e acabamos esquecendo que nem tudo da nossa cultura é
interessante o suficiente ou entretenimento suficiente para que o público possa
apreciar plenamente. Eu acho que temos, sim, como fazer algo dentro da nossa
realidade e do nosso cotidiano sem perder o foco na qualidade e entretenimento
de todos que assistam a produções brasileiras, inclusive no gênero de ação”,
disse em entrevista ao Yahoo! Brasil.
Falta dinheiro, claro, e Paiva esclarece que “no gênero de
ação você precisa, inevitavelmente, de grandes auxílios visuais como cenas de
luta ou perseguição em ambientes controlados, grande aparato de segurança, uma
boa equipe de efeitos especiais e visuais, entre outros. E isso demanda pessoas
especializadas e muito talentosas para se chegar a um bom resultado, além dos
custos serem maiores por conta disso. O Brasil nunca teve grandes escolas ou
centros de ensino para efeitos visuais. Isso também tem mudado nos últimos
anos”.
Um dia a gente aprende e enquanto isso não acontece, ou
acontece parcialmente, a gente vai tentando, arriscando, experimentando, dando
com a cara no muro. Indo à
luta.
e aqui seguem outros trechos da conversa que tive por email com ulysses paiva e que não entraram nessa edição da coluna.
"O Brasil não tem uma história de décadas produzindo grandes filmes com orçamentos altíssimos e desenvolvimento de novas tecnologias e técnicas nessa área. Um dos principais motivos, acredito, seja a falta de patrocínio e incentivo para as produções como ocorre em outros países. Mas isso tem mudado nos últimos anos com a melhora do cenário econômico brasileiro. O Brasil tem produzido muitos filmes recentemente e o brasileiro tem, cada vez mais, prestigiado as produções nacionais."
"Se, por exemplo, você vai fazer um filme de drama, você geralmente não precisa de grandes artifícios visuais. Você precisa de uma boa história, um bom roteiro com bons diálogos e excelentes interpretações. Já no gênero de ação, você precisa, inevitavelmente, de grandes auxílios visuais como cenas de luta ou perseguição em ambientes controlados, grande aparato de segurança, uma boa equipe de efeitos especiais e visuais, entre outros. E isso demanda pessoas especializadas e muito talentosas para se chegar a um bom resultado, além dos custos serem maiores por conta disso. O Brasil nunca teve grandes escolas ou centros de ensino para efeitos visuais. Isso também tem mudado nos últimos anos, mas o conhecimento nesse aspecto ainda é pouco difundido por aqui e são poucos profissionais realmente talentosos e capacitados para fazer esses trabalhos. Isso é refletido no mercado e nas produções. Filmes como 2 Coelhos, Tropa de Elite e Besouro são importantíssimos para abrir caminho e formar uma base para produções cada vez melhores nessa área."
"Trabalho com publicidade e sempre gostei muito de cinema. Comecei na minha área com design gráfico, depois passei muitos anos estudando animação 2D e efeitos visuais. Em seguida estudei animação 3D e daí passei para filmagens. Luta de Rua nasceu do gosto e da vontade de produzir cinema de ação. Nós produzimos um primeiro vídeo, há pouco mais de um ano, para vermos o que poderíamos fazer nesse sentido. Era um vídeo de teste e ainda não existia a ideia de se fazer um seriado. Alguns meses depois é que pensamos em fazer um seriado de luta independente e usar a internet como fonte de divulgação. Na etapa de pré-produção do primeiro episódio, nós não tínhamos a menor idéia se o projeto iria ou não dar certo, por isso o primeiro episódio se resume a, basicamente, uma cena de luta. Já o segundo episódio está bem mais elaborado com diálogos, cenas de luta e perseguição com parkour. Mas a idéia inicial era que, dando certo, nós faríamos o possível para que a gente pudesse continuar a fazer o que gostamos, ou seja, conseguir patrocínio para o projeto seguir em frente. A repercussão do primeiro episódio foi bem maior do que a gente esperava e o potencial publicitário do seriado tem se tornado melhor a cada dia. Atualmente, estamos em negociação com alguns prováveis patrocinadores já para o segundo episódio, que ainda não tem data definida para a estréia devido ao grande número de problemas de temos enfrentado para fazer as gravações. Tivemos até que substituir parte do elenco por conta disso, mas a expectativa é de estréia nas próximas semanas. Nós colocamos informações, fotos, vídeos e novidades na página do seriado no facebook e é lá que vamos divulgar, com antecedência, a estréia do novo episódio. E esperamos que o público do Luta de Rua possa cada vez mais se interessar, se envolver, gostar do projeto e ajudar a compartilhar e divulgar para que o projeto siga em frente."
atualização em 30 de março: e saiu o episódio 2 de luta de rua. chama-se "salitre". saca só.
atualização em 30 de março: e saiu o episódio 2 de luta de rua. chama-se "salitre". saca só.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
yahoo #27
vamos lá, hoje é quarta, dia de coluna nova no yahoo. a bola da vez é "eu vou 'popotizar' você", sobre meu mais novo vício televisivo, o canal off e sua hipnotizante mistura de natureza e esportes radicais. aqui é a vez da anterior, "o país da internet moleque", uma ligeira reflexão sobre a frutífera relação dos brasileiros com os tumblrs (pedro, o troll, apareceu mais uma vez despejando seu ódio-amor). no mais, o luto abaixo é por causa do grande wando, levado por uma parada cardíaca (só podia ser o coração mesmo). semana passada, quando se submeteu a uma série de cirurgias e já estava mal de saúde, um tumblr de calcinhas foi criado pra dar uma força e é um dos citados no texto. hoje de manhã, elas (as calcinhas e suas donas), o esforçado e todos que gostam da música popular brasileira acordamos mais tristes. e que viva wando, um artista muito maior que fogo e paixão.
O PAÍS DA INTERNET MOLEQUE
O nome cheio de consoantes é difícil de falar, ainda mais
numa língua repleta de vogais como a nossa: tumblr. Mas pelo jeito os
brasileiros não se importam muito com esse obstáculo, afinal o negócio é estar
na internet como se não houvesse amanhã. Segundo reportagem no caderno Link
do Estadão, o Brasil hoje em dia é o segundo país que mais utiliza o tumblr,
perdendo apenas para os Estados Unidos. Já são 4 milhões de páginas criadas por
aqui, com usuários muito mais ativos (ficam 32 minutos a cada visita sendo que
a média global é de 23 minutos) e que acessam 2 bilhões de páginas do serviço
por mês (em junho do ano passado eram
313 milhões). Uma baita atividade.
Criado em 2007 por David Karp, hoje com 24 anos, o tumblr é
um blog para, digamos assim, preguiçosos. Gente que não se sente à vontade, ou
não gosta, de escrever, por exemplo. Basta colocar uma imagem ou um vídeo e
pronto, tá feito. O restante fica por conta de uma interface simples que
permite compartilhamento instantâneo em várias redes sociais e entre tumblrs. O
negócio de Karp demorou uns dois anos para pegar nos Estados Unidos e em 2010
começou a se espalhar como rastilho de pólvora por essas bandas. E é fácil de
entender porque deu certo: o nosso bom e velho espírito de galhofa.
Bastou surgir uma notícia mais ou menos bizarra, algum
acontecimento político ou uma personalidade em destaque que o pessoal
rapidamente cria um tumblr para fazer piada. Obviamente, grande parte desse
conteúdo tem vida curta, afinal a notícia quente de hoje é coisa velha amanhã (em
outras palavras, “jornal ou revista, o destino é limpar bunda ou enrolar peixe”,
como canta João do Morro na música “Lado B
do jornalista”). Mas o que importa, nesses casos fogo de palha, é a crônica
debochada da “notícia”. Como uma charge, exatamente como uma charge.
Vamos então a alguns exemplos de tumblrs intensos, breves e
nacionais que pipocaram na rede nos últimos tempos: Lavei pro Wando (fotos de calcinhas
para dar força ao cantor que está se recuperando de uma complicada cirurgia
cardíaca), Siga Piovani (uma
coletânea de impagáveis tweets trocados entre a atriz Luana Piovani e seus
seguidores), Criminals
Taking Advantage of the Situation (uma crítica à infeliz declaração da
ex-vereadora Soninha Francine sobre os moradores expulsos do bairro Pinheirinho,
em São José dos Campos), Paulo
Goulart Anuncia Isso Bem (uma brincadeira com o ator veterano que participa
de muitas propagandas) e, claro, Menos Luisa, que está no
Canadá (sobre vocês sabem quem, ou não, deixa pra lá). É isso, nem um
destes durará mais que algumas semanas e provavelmente nem era intenção. Se a
piada funcionou em seu tempo a missão foi cumprida.
No entanto, existem outros tumblrs que possuem conceito mais
amplo e que podem muito bem ter uma vida mais longa (basta o usuário seguir
atualizando). Entre milhares destacam-se Classe Média Sofre (coletânea hilariante
do pensamento torto da classe média brasileira), Galeria Tosquista (uma compilação das
artes mais mal acabadas encontradas na internet), Indie ou Sertanejo (piada sobre
as camisas xadrez usadas tanto por indies quanto por sertanejos), Esse Dia Foi Foda (uma lembrança de
momentos especiais), Renato Era
Chato (tirinhas que debocham, mas com muito respeito, a poesia de Renato
Russo), Racionais Para Tudo
(uma prova viva e com imagens de que os versos dos Racionais MCs cabem em
qualquer situação), Já Sei Namorar
(letras de pagode de um lado, imagens malucas de outro), Porra Google Street View BR
(registro de flagras improváveis nas ruas brasileiras), Blog de Notícias (intervenções
humorísticas nas homes dos grandes portais), Princesas do Busão (título
auto-explicativo), Pobregram (versão
esculhambada do Instagram, filtro do iPhone que deixa as fotos com um jeitinho
bacanudo) e 501 Pagodes Para Ouvir Antes
de Morrer (outro título auto-explicativo e mesmo que um limite temporal
seja imposto, essa série “501 alguma coisa” é interminável).
Tem de tudo um pouco por aí, mas a picardia é o denominador
comum, afinal como humoristas natos que somos (ou achamos ser) perdemos
seguidores, mas não a piada.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
internet furacão
a essa altura do campeonato o trenzinho carreta furacão de ribeirão preto já um baita sucesso na internet (e essa onda de gente dançando na rua dá o maior pé, lembram da magaly?). bem, bastaram dois videos com personagens como fofão, mickey, capitão américa e popeye dançando como se não houvesse amanhã. o primeiro tem como trilha "salada mista", da banda djavú, e o segundo traz a sensacional "vem dançar com o mestiço", do mestre leandro lehart.
e o mais lindo é quando os videos são remixados, misturados, bagunçados. foi o que aconteceu com esse mashup sensacional do carreta furacão com "lisztomania" do phoenix. outro (merecido) sucesso de @tiagolyra.
p.s.: no início de 2013 rolou mais um mashup do carreta furacão, desta vez com "one way trigger" do strokes.
e o mais lindo é quando os videos são remixados, misturados, bagunçados. foi o que aconteceu com esse mashup sensacional do carreta furacão com "lisztomania" do phoenix. outro (merecido) sucesso de @tiagolyra.
p.s.: no início de 2013 rolou mais um mashup do carreta furacão, desta vez com "one way trigger" do strokes.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
arte popular brasileira
olha, o leandro lehart é, provavelmente, um dos artistas mais subestimados da música popular brasileira, mas tenho certeza que ainda será feita justiça a sua enorme contribuição à música negra pop desse país. bem, pra isso a história também precisa correr e o leandro é jovem (39). tô falando disso porque hoje, ao acompanhar a volta do pagodecast do @chicobarney, (re)ouvi duas pedradas de leandro dos tempos que era líder do art popular. "deixe eu ir à luta" foi lançado no álbum art popular (virgin, 2001), o primeiro do grupo sem leandro, e depois regravado pelo próprio no ótimo deixe eu ir à luta (independente, 2006), seu terceiro trabalho solo. "pimpolho" é do disco temporal (emi-odeon, 1996), a estréia do art popular, e é um daqueles hits poderosos que poucos conseguem criar (e olha que o grupo foi um dos que mais fez sucesso na década de 1990, pense em "temporal", "fricote", etc). só que, para melhorar a história, as duas ganharam regravações impressionantemente sofisticadas no dvd samba pop brasil mestiço (universal, 2009). leandro, que é cantor de voz linda e versátil, produtor meticuloso e compositor afiado, também é arranjador de grandes idéias. basta ouvir... (ah, e essa versão de "deixe eu ir à luta" tem participação do rapper mv bill).
outra, leandro lehart está prestes a lançar disco novo. pelo que dá para entender em seu site oficial, ensaio de escola de samba (independente, 2011) é um trabalho ousado sobre o samba brasileiro que reuniu pouco mais de 30 instrumentistas, tem 18 músicas e foi todo filmado em estúdio. e para montar uma big band percussiva para shows desse disco, o paulistano vem arregimentando músicos pelo twitter @leandrolehart porque "quer conhecer gente nova". no mais, e nunca é demais, vou colocar "agamamou", samba funk que parece que sempre existiu, e que foi gravado pelo art popular no disco samba pop brasil 2 (emi, 1999), mas que aqui é da versão do art popular: acústico mtv (virgin, 2000), que tem participação de ninguém menos que jorge ben, como uma espécie de benção.
p.s.: agora, pra encerrar esse post, gostaria da atenção total de vocês aos 3 minutos do clipe de uma versão de "pimpolho" feita por uma dupla de italianos chamada los locos. sua vida não será a mesma.
outra, leandro lehart está prestes a lançar disco novo. pelo que dá para entender em seu site oficial, ensaio de escola de samba (independente, 2011) é um trabalho ousado sobre o samba brasileiro que reuniu pouco mais de 30 instrumentistas, tem 18 músicas e foi todo filmado em estúdio. e para montar uma big band percussiva para shows desse disco, o paulistano vem arregimentando músicos pelo twitter @leandrolehart porque "quer conhecer gente nova". no mais, e nunca é demais, vou colocar "agamamou", samba funk que parece que sempre existiu, e que foi gravado pelo art popular no disco samba pop brasil 2 (emi, 1999), mas que aqui é da versão do art popular: acústico mtv (virgin, 2000), que tem participação de ninguém menos que jorge ben, como uma espécie de benção.
p.s.: agora, pra encerrar esse post, gostaria da atenção total de vocês aos 3 minutos do clipe de uma versão de "pimpolho" feita por uma dupla de italianos chamada los locos. sua vida não será a mesma.
Marcadores:
art popular,
internet,
itália,
jorge ben,
leandro lehart,
los locos,
música,
mv bill,
pagode,
rap,
samba,
são paulo,
twitter,
youtube
Assinar:
Postagens (Atom)

