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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

50 músicas brasileiras de 2019

a grande maioria das músicas brasileiras dessa lista veio, como quase sempre acontece por aqui, da lista de discos. então pode acreditar que tem Aláfia, Alice Caymmi, Amiri, Baiana System, Bárbara Eugênia, Black Alien, Céu, Djonga, Dona Onete, Douglas Germano, Drik Barbosa, Elza Soares, Emicida, Felipe Cordeiro, Guilherme Kafé, Héloa, Jaloo, Jards Macalé, Keila, Larissa Luz, Lucas Santtana, Lúcio Maia, Luísa e Os Alquimistas, Lulina, Marcelo Jeneci, MC Tha, Momo, Nego Gallo, Pélico, Pitty, Rincon Sapiência, Siba e Tássia Reis. em alguns casos foi muito difícil definir apenas uma música, mas a vida é feita de escolhas né não.

então vou destacar aqui músicas de artistas/músicas que não apareceram na lista de discos. é o caso de jovens gigantes pop como Pabllo Vittar e a maravilhosa "Amor de Que", Ludmilla e a deliciosa "Verdinha", e novamente Ludmilla junto de Anitta na poderosa "Onda Diferente", além de Gloria Groove e outra canção maconhística ["Sedanapo"] e Iza e a jamaicana "Brisa".

seguindo com as minas: a paraibana Agnes Nunes vem construindo delicada e vagarosamente uma bela carreira [apoiada recentemente pelo pessoal da Baguá Records do rapper carioca Xamã] e o sambinha "Sônia" é um de seus pontos altos; a pernambucana Duda Beat largou um pouco do brega fossa do seu disco de estreia e neste ano participou de músicas de artistas muito variados como Lucas Santtana e Rashid e lançou a divertida "Chega" com Matheus Carrilho [Banda Uó] e Jaloo; as também pernambucanas MC Loma e As Gêmeas Lacração conseguiram mais uma vez criar um hit bregafunk; e a baiana Luedji Luna é outra voz poderosa atual e sua "Tô Te Querendo", parceria com os produtores Omulu e ÀTTØØXXÁ, é uma coisa doce demais. sem falar nas paulistas Linn da Quebrada, Luiza Lian, Tulipa Ruiz [numa parceria linda com o mestre João Donato] e YMA.

pra encerrar os destaques entre as músicas de 2019, o engraçadíssimo trap de MC Caverinha, o funk hit de verão de Thiaguinho MT ["Tudo OK" é demais], e as doçuras transcendentais de Eduardo Gudin e Rogerman.

segue abaixo a lista completa das músicas seguida de uma playlist no YouTube.

Agnes Nunes & Xamã - "Sônia"
Aláfia - "Canção Pra Nós"
Alice Caymmi - "Areia Fina"
Amiri - "Êta Porra! 2.0(19) Da Bomboclat"
Anitta, Ludmilla & Snoop Dogg - "Onda Diferente" [part. Papatinho]
Baiana System - "Salve" [part. BNegão, Antônio Carlos & Jocafi]
Bárbara Eugênia - "Perdi"
Black Alien - "Área 51"
Céu - "Coreto"
Djonga - "Hat-Trick"
Dona Onete & BNegão - "Musa da Babilônia"
Douglas Germano - "Valhacouto"
Drik Barbosa - "Quem Tem Joga" [part. Gloria Groove & Karol Conká]
Duda Beat, Matheus Carrilho & Jaloo - "Chega"
Eduardo Gudin & Léla Simões - "Alma"
Elza Soares & BaianaSystem - "Libertação" [part. Virginia Rodrigues]
Emicida - "AmarElo" [part. Majur & Pabllo Vittar]
Felipe Cordeiro - "Onde é Que Vou Parar" [part. Dona Onete]
Gloria Groove - "Sedanapo"
Guilherme Kafé - "Muitas Casas" [part. Mauricio Pereira]
Iza - "Brisa"
Héloa - "Silêncio"
Jaloo - "Dói d+" [part. Nave]
Jards Macalé - "Pacto de Sangue"
Keila - "Brega Doido"
Larissa Luz - "Gira"
Linn da Quebrada - "Oração" [part. Liniker]
Lucas Santtana - "Ninguém Solta a Mão de Ninguém" [part. Jaloo, Juçara Marçal & Linn da Quebrada]
Lúcio Maia - "Palomar"
Ludmilla - "Verdinha"
Luísa e Os Alquimistas - "Garota Ligeira" [part. Luê]
Luiza Lian & Bixiga 70 - "Alumiô"
Lulina - "O Que é o Quê" [part. Mauricio Pereira]
Marcelo Jeneci - "Aí Sim"
MC Caverinha - "Flash"
MC Loma e As Gêmeas Lacração - "Xonadão"
MC Tha - "Onda" [part. Jaloo & Felipe Cordeiro]
Momo - "Diz a Verdade"
Nego Gallo - "Onde Há Fogo Há Fumaça"
Omulu, Luedji Luna & ÀTTØØXXÁ - "Tô Te Querendo"
Pabllo Vittar - "Amor de Que"
Pélico - "Descaradamente"
Pitty - "Noite Inteira" [part. Lazzo Matumbi]
Rincon Sapiência - "Meu Ritmo"
Rogerman - "Tarde"
Siba - "Só é Gente Quem se Diz"
Tássia Reis - "Dollar Euro" [part. Monna Brutal]
Thiaguinho MT - "Tudo OK" [part. Mila & JS O Mão de Ouro]
Tulipa Ruiz & João Donato - "Gravidade Zero"
YMA - "Par de Olhos"

sábado, 31 de março de 2012

yahoo #34

depois que escrevi esse "estamos perdidos?" lá no ultrapop na semana passada, o affair entre o ministério da cultura (gestão ana de hollanda) e o famigerado e enigmático ecad, trazido à baila pelos colegas do farofafá, ganhou alguns novos capítulos. o cineasta cacá diegues saiu em defesa do jeitinho ana-ecad ("a cultura é a alma de um povo"), o colunista d'o globo ancelmo góis lançou notinha venenosa sobre o farofafá e o próprio site do ministério da cultura republicou, como se fosse um clipping, um artigo em sua defesa escrito no estadão por josé nêumanne. artigo, aliás, equivocado, elitista e míope de cabo a rabo (como costuma ser o pensamento de nêumanne, nenhuma novidade nisso). de resto, um revelador pacto de silêncio entre governo, oposição e grande imprensa mantém a ministra de amsterdã no cargo e, consequentemente, o atual estado das coisas.


já o texto dessa semana, "o mal e as más", teve um tema mais, digamos assim, ameno: a maldade de duas vilãs recentes de novelas e como elas podem explicar os seus autores (no caso, joão emanuel carneiro e aguinaldo silva).





ESTAMOS PERDIDOS?

O bicho tá pegando. O couro tá comendo. A estrovenga tá girando. Quem acompanha notícias relacionadas à cultura musical brasileira sabe que vivemos um momento curiosamente ambivalente. Tipo euforia e depressão. Bipolar, apontariam os estudos.  Na internet, ou através dela, vivemos num frenesi inesgotável de eventos, discussões, lançamentos gratuitos, transmissões e compartilhamentos, isto é, variedade e disponibilidade. Enquanto isso, no mundo real, a Ministra da Cultura Ana de Amsterdã afirma, em sabatina no Congresso, que “hoje em dia a pirataria é feita assim. É copiado através da internet, e isso se multiplica, está sendo distribuído e vendido pela internet. (...) Isso vai matar a produção cultural brasileira se não tomarmos cuidado”.

Não parecem ser o mesmo mundo, confere? Aí fiquei dando tratos a bola... mas que mundo é esse da Ministra de Hollanda, seus assessores e secretários, que considera compartilhamento o mesmo que pirataria? E que acredita, consequentemente, que a internet é O MAL disseminador dessa praga que pode matar a produção cultural brasileira? Peraí, que cultura brasileira é essa que pode ser feita em pedacinhos pelos www da vida?

Todas essas perguntas vinham sendo respondidas nas próprias ações do MinC desde seus primeiros passos no início do ano passado. Em poucas semanas, Ana, a ministra, deu um catiripapo nos progressistas oito anos da gestão Gilberto Gil/Juca Ferreira e transformou a internet em inimiga da coisa toda. Começaram uns papinhos aqui e ali com as poderosas (e míopes) organizações norte-americanas de defesa dos direitos autorais e com o ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), o enigmático & muito nosso órgão privado que não pode ser investigado, que nunca explica direito como arrecada e distribui e que, recentemente, meteu os pés pelas mãos ao tentar cobrar blogs que incorporassem vídeos do You Tube.


O tal artista que o Ministério diz estar defendendo não é o artista que compõe, grava e faz ao vivo e sim o “artista” que lucra com suas retransmissões, isto é, a iniciativa privada. E que hoje não passa de um pequeno grupo de carpideiras de discos de ouro passados, invariavelmente multinacionais. Não estou falando da boca pra fora. Recentemente, o colega aqui de Yahoo! Brasil, Pedro Alexandre Sanches, vem assinando no Farofafá, em parceria com Jotabê Medeiros e Eduardo Nunomura, uma série de reportagens sobre a estranha promiscuidade entre o MinC e o ECAD, com direito a favorecer de um (público) em prol do outro (privado) em um processo contra formação de cartel. Mas, infelizmente, nada disso deve ir muito longe, afinal ninguém liga para a cultura mesmo, não é mesmo Governo e Oposição?

Muito bem. Pouco antes, em fevereiro, durante um evento em Porto Alegre, o ex-ministro Gilberto Gil disse que “a internet chegou para bagunçar o coreto. E tem aqueles que acham que por ordem no coreto é reivindicar a restauração, a ordem tal como ela foi até agora. Para outros não, é preciso criar novas ordens, novas formas de regulação, novas formas de atendimento a questão dos direitos. (...) Essas são as novas disputas e que estão em todas as áreas, no econômico, no político, no cultural, etc.” Para Gil, como para muitos outros (e outras), não estamos nada perdidos. Vivemos é um novo estado das coisas em constante transformação. Nada é sólido e tudo tem que ser para todos, fato que deve causar arrepios nessa gestão vazia, isolada e equivocada do Ministério da Cultura.

Agora, para finalizar, que cultura (musical) brasileira é essa que está sendo ameaçada pela malvada internet? Com certeza não é a de artistas que se viralizaram pela rede, disponibilizando seus trabalhos para download gratuito, e que estão curtindo a dor e a delícia de serem donos de suas próprias carreiras, tais como Criolo, Emicida, Karina Buhr, Wado e Romulo Fróes. Já neste ano três outros artistas (Lucas Santtana, Letuce e Siba) também lançaram e distribuíram seus novos trabalhos no mesmo esquema. Para nenhum deles, a internet é vilã. Talvez esse MinC esteja defendendo a turma de padres-pastores(as) que cantam e que ultimamente tem sido a tábua de salvação (opa!) do mercado fonográfico. Mas como acredito (e não só eu) que santo de casa não faz milagre...

quarta-feira, 14 de março de 2012

3 na íntegra

se você ainda não ouviu três dos melhores discos lançados nesses primeiros meses de 2012 agora não tem mais desculpa, afinal avante, manja perene e o deus que devasta mas também cura estão inteiros no bom e velho soundcloud. começando então com avante, disco lindo do pernambucano siba, produzido por fernando catatau e que traz o ex-mestre ambrósio de novo tocando guitarra (após anos e anos empunhando uma rabeca). poesia da pesada, sons repletos de surpresas.


já manja perene é o segundo disco do casal letuce (letícia novaes e lucas vasconcelos). financiado no esquema de crowdfunding, o trabalho tem psicodelia, rock, bom humor e algumas canções sensacionais como "areia fina", "cataploft", "sutiã", "insoniazinha", "loteria" e "ninguém muda ninguém".


pra finalizar essa selecta, o recente o deus que devasta mas também cura, quinto disco de lucas santtana, um dos artistas preferidos da casa. discaço cheio de camadas, arranjos finos, participações afiadas (céu, guizado, curumin, rica amabis, kassin, do amor e letieres leite & orkestra rumpilezz, por exemplo) e canções memoráveis como "se pá ska sp", "jogos madrugais", "dia de furar onda no mar", "o deus que devasta mas também cura" (lançada ano passado no disco de estreia de gui amabis) e uma versão de chorar de "músico" (rara parceria de tom zé e os paralamas do sucesso originalmente ouvida no disco severino).

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

rei momo dos sete mares

desde que ouvi marcelo "momo" frota pela primeira vez - mais ou menos na época que o carioca-mineiro estava lançando seu segundo disco, buscador, e participando do fino coletivo - me surpreendeu a densidade melancólica de suas músicas, todas tristes de doer. esqueçam pulinhos, piadas e raios solares porque o lance aqui é cantar a solidão, a busca, o amor, o silêncio, o mar e outras ondas. mas não pense que por causa disso a música é pesada ou, pior ainda, resultado de alguma pose calculada. sincero e com o coração na ponta das notas, o sujeito está lançando seu terceiro disco, serenade of a sailor (pimba noises, 2011), e já conseguiu reservar seu lugarzinho entre os melhores do ano. o disco é tão bonito que até minha habitual reserva quanto a músicas nacionais com letras em inglês desceu pelo cano. agora, se você achar que eu estou exagerando dê uma ouvida no disco que está todo disponível no soundcloud.

Serenade of A Sailor by Momo Serenade of A Sailor

dizem que o momo faz um folk psicodélico. não sei direito o que é isso, mas faz sentido. ah, serenade of a sailor traz as participações de músicos como caetano malta (co-produtor do disco), domenico lancellotti, lucas santtana, régis damasceno, rian batista, max sette, jam da silva e damien seth. só gente fina. e olha aí abaixo o momo em uma recente ediç
ão do cultura livre, programa radiofônico e agora também televisivo, que roberta martinelli apresenta com sua habitual desenvoltura.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

as 3 mulheres de lucas, o futuro e um coração puro

pois é, anunciaram e garantiram que o clipe ia se acabar, mas eles continuam aí, vivinhos da silva por toda a internet. e bons como sempre. ontem, o lucas santtana divulgou no seu twitter o primeiro clipe do disco sem nostalgia (diginois/yb discos, 2009). a música é a linda "cira, regina e nana" e o clipe é singelo e supercarioca.



já esse próximo não é bem um clipe, é um ao vivo em estúdio do rapper blitz the ambassador. a música se chama "remembering the future" e tá no disco stereotype (2009), mas essa versão é diferente, mais doce, com direito a violinos e esse estranho instrumento africano. dica do daniel tamempi (só pedrada).



e pra encerrar esse triplo x, o clipe de um dos projetos mais interessantes do ano passado: blakroc, que nada mais é que a união dos roqueiros do black keys com um timaço de rappers, entre eles ludacris, rza e raekwon. no clipe e na música "ain't nothing like you (hoochie coo)" estão presentes mos def e jim jones. a gravação de blakroc (v2, 2009) foi filmada e dividida em episódios no site oficial.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

dois recados (e mais um)

uma das melhores faixas do disco sem nostalgia (diginois, 2009), do lucas santtana, é a instrumental "recado pra pio lobato", parceria de lucas com o cearense regis damasceno (mr. spaceman e cidadão instigado). escuta só.



a música é uma espécie de resposta-conversa para a igualmente instrumental "recado pra lúcio maia" que o paraense pio lobato (cravo carbono) gravou em seu disco de estréia, café (ná records, 2007), e que está aqui. agora só falta o maquinado lúcio maia (nação zumbi) fechar o ciclo de recados ou expandí-lo.



atualização em 16 de março de 2010: e não é que lúcio maia respondeu? no seu segundo disco solo (sob o pseudônimo de maquinado), mundialmente anônimo (o magnético sangramento da existência) (independente, 2010) ele manda "recado ao pio, extensivo ao lucas". será que esse triálogo tomará outras formas? na torcida...

que nostalgia que nada

desde 3 sessions in a greenhouse (diginóis, 2006), o lucas santtana virou um dos artistas que tenho mais prazer em acompanhar. o curioso é que não me interessei pelos seus dois primeiros discos, eletro ben dodô (natasha, 2000) e parada de lucas (diginóis, 2003). na época ele me parecia um cruzamento de lenine com moska, era mais do mesmo. acho que ele mudou nos últimos anos e começou a ser ainda mais autoral e seguro. acho que mudei também. agora ele vem com o mavioso sem nostalgia (yb music/diginóis, 2009), disco de clima bom e tradição (voz e violão) turbinada. ele já vinha mostrando algumas músicas no site de seu selo, o diginóis, e foi nele que ouvi a linda "amor em jacumã" (protagonista do transversão #3). enfim, escrevi uma nota gorda lá no gafieiras. um trecho aqui.

O violão reprocessado vai do pop das autorais “Who can say which way” e “I can’t live far from my music” (com Arto Lindsay) até as delícias hippies setentistas de “Cira, Regina e Nana” e “Amor em Jacumã” (Dom Um Romão e Luiz Ramalho), esta a única não-inédita do disco (foi gravada originalmente no LP Hotmosphere, de 1976, do saudoso percussionista Dom Um). Tem espaço também para doces melancolias como as de “Night time in the backyard” e “Hold me in”, ambas compostas com Arto Lindsay, a sutil bossa baiana de “Cá pra nós” (com Ronei Jorge) ou o climão mata adentro de “Ripples of the water”, gravada numa noite em pleno Jardim Botânico carioca.

o resto tá lá no gafieiras. bem, o disco se espalhou pela rede com aquela rapidez habitual e pode ser encontrado em blogs como URBe (o bruno natal, aliás, escreveu o release do disco), um que tenha, original pinheiros style e eu ovo. disco indispensável em mais um ano ótimo pra música brasileira. duvida? ouça "cira, regina e nana".



e pra quem ainda não conhece o baiano-carioca aí vai uma breve e imagética retrospectiva. do disco 3 sessions in a greenhouse, de 2006, "tijolo a tijolo, dinheiro a dinheiro".



do disco parada de lucas, de 2003, a divertida "samba cubano" (plínio profeta e lucas santtana).



não achei absolutamente nada de eletro ben dodô, mas em compensação tem lucas se divertindo com noel rosa e "com que roupa" em um som brasil de 2007.

sábado, 16 de maio de 2009

transversão #3

de novo, anos 70 vs. anos 2000. agora a gente vai de "amor em jacumã" (dom um romão e luiz ramalho), canção de amor linda e hippie gravada originalmente pelo grande e saudoso percussionista dom um romão no disco hotmosphere (pablo records/philips, 1976).



e agora "amor em jacumã" por lucas santtana. a música estará no disco sem nostalgia (diginois, 2009), prestes a ser lançado. aliás, a gravação dessa versão tem uma história boa que o lucas conta aqui.