"surubão do ibira #01"
"surubão do ibira #03"
"surubão do ibira #04"
"surubão do ibira #05"
"surubão do ibira #06"
"concentração"
"4h20"
"branca de neve veio"
"reta final com fumacê"
"quem avisa amigo é"
mas duas coisas muito bacanas da marcha me fizeram pensar bastante: a ótima e atual reocupação do espaço público da cidade (em outras é mais fácil, mas são paulo é dureza para estimular esse tipo de reunião de pessoas) e a enorme quantidade de questões no decorrer da marcha. não era uma marcha monotemática e sim uma lombrigona cheia de muitas coisas a discutir e resolver (raça, sexo, direitos civis, questões de classe, etc.), o que deve se tornar cada vez mais comum em manifestações do tipo. a rua serve pra isso, pra encontros, trocas, diálogos, quer o judiciário paulista (e outros) permita ou não. e foi sobre isso que o bróder @mauriciofiore tratou em seu ótimo texto publicado na tendência/debates na folha de sábado (logo abaixo).
Debater nas ruas não é crime
cartum do francês wolinski, lembrado por @arnaldobranco
p.s.: fora os textos linkados no decorrer do relato, vale destacar ainda os ótimos trabalhos de camilo rocha, fausto salvadori e leonardo sakamoto, bem como análises sobre a proibição da marcha escrita por walter hupsel e sobre a violência policial assinada por paula miraglia.