quinta-feira, 18 de junho de 2009

nada precário, muito pelo contrário

ciao diploma. ciao registro precário.
morreu o diploma pra jornalista.
viva o jornalismo (de todos).


p.s.: texto ótimo no blog olhômetro. é de ana, 21, uma estudante de jornalismo (dica de @flaviadurante).

11 comentários:

Érico San Juan disse...

Também tenho esse tal "título precário", Dafne. Me junto ao coro dos contentes encabeçado pelo seu post. Viva mesmo!

Anônimo disse...

Esforçado, não diplomado e APROVADO! Um "SALVE" para todos os jornalista de carterinha, profissão ou apenas intensão.

Abraço grande, Cris.

Priscilla Arantes disse...

Diploma nunca garantiu bom jornalismo e nem vai garantir bons salários. Viva o jornalismo de todos. Beijos.

sterzi disse...

taaafne, ainda bem que vc não admira nóis, as vegas, pq como a gente fala bobagem né hihihih.
sério, acho curioso a questão deste diploma ser ainda uma questão. beijo me liga!

Vieira disse...

rídiculo não exigirem formação para o jornalismo e mais rídiculo ainda é ver esse monte de gente - ou seriam orangotangos?! - aplaudindo. ok, na verdade não há problemas não é? é só olharmos para o que é a imprensa brasileira, para essa falta de "qualidade" para sentir a balburdia que sempre foi e sempre será. ainda bem que para psicanálise ainda cobram formação e especialidade, nenhum tudo é zona no brasil.

Érico San Juan disse...

Formação ampla sempre se exigirá do bom profissional, em qualquer área. O que caiu, no caso do jornalismo, foi a exigência do diploma específico. De resto, o comentarista acima é formado em zoologia? Pra classificar as espécies com tamanha autoridade, tem que ser diplomado... Se eu rir, vou ser tachado de hiena, então melhor ficar quieto.

dafne sampaio disse...

é, vieira, acho que vc entendeu errado. formação é exigida e tem que ser exigida. o que caiu foi um entrave burocrático criado na ditadura.
agora, se vc é psicanalista precisa ficar mais atento aos dedos em riste, acusatórios... é preciso ouvir mais e julgar menos.

Vieira disse...

Caros,
quanto digo " formação para jornalismo" me refiro à uma formação específica, algo dirigido para tal função.
Não vamos aqui fazer nenhum tipo de melindre, ora não seria o caso.
Se para advogar necessitasse de pessoas com formação especializada, para exercício da medicina item e, para tantos outros casos - inclusive para zoologia! - a formação específica se faz necessária, porque para o jornalimo não?
Ora, tal medida não seria mais um mecanismo para intensificar a baixa qualidade de nossa imprensa. Se a formação não é necessária porque existem tantos cursos no país e no mundo?
O jornalismo não é só pautado por textos bem escritos, mas por boas informações, limpas de juízo de valor, posturas e partidos. Uma coisa são colunas outras textos informativos, jornalisticos.
Um filosofo escreve bem, mas o faria da mesma forma para um jornal? não creio, não se trata apenas de boas redações.
No mais, paro por aqui, não há motivos para continuarmos tal discussão, nada vai mudar, a imprensa neste país continuará sendo sua maior piada.
abraços
André Vieira

Érico San Juan disse...

Caixas de comentários em blogs são melhores que divãs de psicanalista. De resto, cada um tem seus interesses para defender. O problema são os dedos em riste nos respectivos narizes de cônjuges, autoridades, mal-humorados e barraqueiros em geral. A falta de esperança crônica desses últimos na humanidade dá um breque na continuidade deste mundo maluco. Ou zoológico, depende do ponto de vista.

Anônimo disse...

tem gente que escreve bem, alguns não (no meu caso). então, indo direto ao ponto sem milongas: vieira de cú é rola!
C.B.

dafne sampaio disse...

cê tá exagerando, caro andré vieira. de novo, a não obrigatoriedade do diploma não significa a não-formação do jornalista. a parte técnica da profissão é fácil, em 2 anos qualquer um pega. o resto é inteligência e ainda tem muita gente boa no jornalismo apesar de folhas, vejas & etc.